Idéias Inspiradoras

Inspire idéias de design, arte, música, tecnologia, moda.. e Expire o que você tem de melhor!

Eco Fun dezembro 18, 2009

É muito chato tentar melhorar o planeta (socialmente e ecologicamente) quando te obrigam a fazer coisas que você não está acostumado. Tudo é muito imperativo: “Não desperdiçe água”; “Separe o lixo corretamente”; “Ande menos de carro” e etcteras. E acaba que ninguém faz nada. É tão chato que tem até nome: “eco chato“, mas não é mais interessante ser “eco fun“?

Mais ou menos com essa idéia nasceu The Fun Theory (A Teoria da Diversão), uma iniciativa bem bacana da Volkswagen, que estimula as pessoas mudaram seu comportamento pela diversão. Algumas ações até já foram colocadas em prática:

- Uma escada em forma de piano, em que ao pisar em cada degrau uma nota diferente é tocada, estimulando o exercício físico;

- Um lixo em forma de fliperama para garrafas e latas em que você vai ganhando pontos ao “jogar”;

- O lixo mais fundo do mundo, que faz aquele barulho de coisas caindo muito muito muito fundo.

E aí curtiu? Acha que tem idéias melhores? Então aproveita e participa do The Fun Theory Award e quem sabe você não ganha 2.500 euros?

Uma das idéias que está concorrendo ao prêmio que achei bem legal é o Garbage Jukebox, uma solução para tentar amenizar o lixo das festas na rua, enquanto você vai jogando as coisas o lixo, a música vai rolando.

 

A Caixa de Brinquedos setembro 4, 2009

Os conhecidos fliperamas

Os conhecidos fliperamas

Quem nunca quis ter um fliperama em casa? Por mais pesada e enorme, aquela máquina ainda diverte as crianças em festas de aniversários e lojas por aí com seus antigos e animados joguinhos de luta. É divertido perceber como os gráficos são tão precários comparados aos jogos super hi-techs atuais, cada vez em menores interfaces e mais portáteis possíveis.
Claro que é impossível o transporte de um fliperama para qualquer lugar, mas a idéia de ter um desse em casa é tão empolgante, como se estivéssemos mesmo voltando ao espaço de tempo. A imaginação pode ir além.


Lembro uma vez de um aniversário do meu irmão, devia ser de uns 11 anos. Minha mãe resolveu alugar umas máquinas dessas, se não me engano eram 3. Foi a coisa mais pirante daquele momento, juro! Fazia-se filas para jogar aquele troço e o alvoroço era grande, foi realmente uma das festas mais divertidas. Até o karaokê (você leio certo, não era videokê!), personagem principal das minhas festas familiares, foi deixado de lado.
Eu lembro que depois da festa, as máquinas ficaram mais um dia em casa. Era engraçado ver minha casa se transformar em uma “game house” haha… Realmente, aquilo marcou muito para mim.


Então tá, e se toda essa diversão de um fliperama fosse modernizado e se tranformasse em um computador (MAC), um mega sistema de som integrado de alta qualidade, entrada para CD, um projetor de vídeo, um suporte para Ipod em um belíssimo rack? Ah, e com aparelho remoto?
Apesar do tema do post, não é brincadeira! Esse aparelho foi realmente criado com a união do estilo retrô com as novas tecnologias.

La Boite concept

La Boite concept

É um conceito inventado em dezembro de 2007 pelo francês Guillaume Cagniard, cansado do acúmulo de aparelhos multimídia feios e pouco práticos. De forma que seja possível ouvir música, ver filmes, trabalhar, criando um centro de convivência em que todos podem compartilhar seu conteúdo. Seu irmão, Timothée Cagniard se interessou pelo projeto e juntos começaram a aperfeiçoá-lo e desenvolvê-lo. Os dois são filhos de Thierry Cagniard e netos de Marie Cagniard, fundadores da empresa francesa SIARE, um dos principais fabricantes de som hi-fi nas décadas de 70 e 80, que seduzidos pela idéia também resolvem participar do projeto. E de toda essa competência familiar nasceu a máquina com um nome que não poderia ser menos interessante: La Boite em francês quer dizer A Caixa.

La Boite concept

La Boite concept

A facilidade de todos esses aparelhos estarem interligados em único lugar, sem aquela porrada de fios em um belo formato retrô me encantaram muito. Um belo exemplo de design que apresenta usabilidade, praticidade e beleza, os 3 elementos que acho importantíssimos para que o negócio dê certo.

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La Boite concept

Se você tá afim de um desse em casa saiba que os aparelhos estão disponíveis em série limitada de apenas 30 peças (10 de madeira escura e 20 de maneira clara)!! Imagino que a brincadeira deve ser cara, sabendo que é composto por subwoofers, amplificadores, computador MAC Mini com wi-fi, teclado e mouse sem fio da Apple, tela LG 22″ com HD TV, entradas para videogames (PS3, Wii..), projetor de vídeo (opcional)… É mesmo um sonho de consumo! Ah e tem rodinhas!

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Parte inferior com a porta aberta. Caixas acústicas com subwoofer

Subwoofer duplo 25 cm localizado na parte inferior do móvel

Subwoofer duplo 25 cm localizado na parte inferior do móvel

Compartimento superior com caixas de som médio/agudo e leitor de CD de computador

Compartimento superior com caixas de som médio/agudo com leitor de CD de computador

Modelo com projetores

Modelo com projetores

Gavetas retráteis para amplificador de aúdio. Berço ajustável

Gavetas retráteis para amplificador de aúdio. Berço ajustável

Suporte/entrada para Ipod/Iphone

Suporte/entrada para Ipod/Iphone

Porta da direita com entrada habilitada para consoles de jogos (PS3, Wii)

Porta da direita com entrada habilitada para consoles de jogos (PS3, Wii)

Controle Remoto

Controle Remoto

REDE BEST PRICE
 

Overdose de jazz agosto 15, 2009

jazz

Acho engraçado a história do jazz, “engraçado” não sei bem se é a palavra que estou procurando, mas parece uma comédia da vida,  porque antigamente, quando tudo começou, o jazz era visto como “música de preto”, coisa de pobre, música popular, do povão. Quem gostava eram pessoas sem cultura, que não iam a concertos de óperas, não sabiam o que era música refinada e não tinham idéia do que era música de verdade, isso era o que a alta classe social achava do jazz, seus músicos, apreciadores e todos demais envolvidos.

Então eu páro para pensar e hoje em dia se você ouve jazz, as pessoas provavelmente irão dizer que você é rico, tem cultura (ou tem fácil acesso a ela), sabe apreciar boa música, curte uma música mais refinada, sabe que é música de verdade e até podem dizer que você é uma pessoa culta.

Não é engraçado como o jazz se tornou algo tão grandioso? Eu acho maravilhoso dizer que hoje em dia o jazz é música fina. E claro, que discordo do pensamento arcaico daquelas pessoas de elite que achavam que isso não é música, que os músicos eram macacos tentando aprender um instrumento! Imagino o que essas pessoas pensariam agora…

Eu confesso que sou uma grande apreciadora do jazz, aliás de muitos tipos de jazz, pois como todo ritmo musical, há os mais românticos, os mais dançantes e os mais tristes, então acho que há jazz para toda hora. Presente do meu pai, por causa dele ouço desde sempre! E mesmo assim acho que conheço pouco. A cada dia vou conhecendo um pouco mais desse universo de improvisação e criatividade.

Ao clicar em um instrumento você descobre os artistas de jazz que o tocam

Ao clicar em um instrumento você descobre os artistas de jazz que o tocam

Saiu na semana passada no caderno de informática da Folha, um site de um club de jazz muito bacana, em que você pode conhecer vários grupos e ouvir sets de jazz com direito a uma, duas ou até mais horas de música sem interrupção, já que se ouve as gravações dos shows tocados ao vivo nesse club nova iorquino. O jeito de se fazer isso é bem interessante, há vários instrumentos desenhados que ao passar o mouse, você descobre (ou aprende) o nome daquele instrumento (em inglês) e quando clica nele, aparece uma lista de artistas de jazz que tocam esse instrumento. A lista é grande e ao clicar em um deles, você é levado a biografia do artista e onde se pode ouvir o set musical.

Li no site um pouco sobre o club, que chama Smalls Jazz Club, e dá para perceber que a idéia é de ser um club mais intimista, pequeno e que não custa muito para entrar (20 dólares), além de os shows começarem cedo, à tarde, e terminarem no começo da madrugada (no esquema after hours). O club foi criado em 1993 por uma enfermeira formada, um empresário e o filho de um dono de uma galeria. Além disso, uma curiosidade é que após o atentado de 11 de setembro, ele teve que ser fechado, e só voltou com força total em 2007. Um dos nomes conhecidos que já passaram por lá é  a Norah Jones. E uma coisa bem legal é que no site dá para ver o está acontecendo ao vivo! Tive a sorte de ver o começo de um show e achei muito bom!

Um programa que eu gosto muito de ouvir na Rádio Eldorado, é o Sala dos Professores, com o Daniel Daibem, os 20 minutinhos são bem explorados pelo professor, sempre com músicas que formam sessões muito boas. Acho bem legal o jeito que o Daniel conduz o programa, nos levando a prestar mais atenção na música sem precisar ser um grande conhecedor. No prograama rola além de muito jazz, também música brasileira num clima muito interessante. Se quiser ouvir, sintoniza aí na 92,9 (em São Paulo) todo dia às 19h00 ou ouça o programa pela internet através do site Território Eldorado. Outro programa que rola na Eldorado muito bom é o dos mestres Paulo Mai e Márcio Tabahc do Jazz Masters, que também dá para ouvir todos os programas no site. Aliás gosto muito da Rádio Eldorado, pois sempre rola música muito boas, incluisve no Território Eldorado mesmo tem muita coisa bacana também, vale explorar!

E a overdose continua… BourbonComeça amanhã, 15 de agosto, o que eu acredito ser um dos melhores eventos de jazz de São Paulo: O Bourbon Street Fest! Que além de trazer os melhores músicos e big bands de jazz, também nos traz todo o espírito e energia de New Orleans, uma das cidades americanas em que o jazz surgiu e explodiu, tendo como inspiração de lá o grandioso evento Jazz & Heritage Fetsival. O festival foi criado pelo conhecido clube de jazz paulistano, Bourbon Street Music Club (que inclusive hospeda de vez em quando o programa Sala dos Professores, que eu disse anteriormente, com shows em edições especiais) e teve sua primeira edição em 2003, quando o clube completou 10 anos, deu tão certo que eles foram repetindo a dose até chegar agora na sua 7ª edição.

Serão ao todo 16 shows que não se limitam apenas ao espaço do clube ao apresentar shows durante a semana com preços variávis, mas se expande para a rua, ao ar livre e de graça. Primeiro no Parque do Ibirapuera, abrindo o festival no sábado, onde irá rolar uma tarde e um começo da noite muito agradável e depois, fechando o último dia do festival, domingo 23 de agosto, em uma grande festa na Rua dos Chanés em Moema, a própria rua em que o clube se localiza. Tente ir ao menos um dia ao festival para apreciar essa preciosa música e não vale dizer que não tem grana, a proposta é que todos, independente de quem seja, possam ouvir um bom som!

Movimento ElefantesE ainda nesse mês de agosto haverão vários shows do Movimento Elefantes, um projeto que conheci recentemennte pela minha amiga Maíra, que sempre está comentando aqui. O Elefantes é um coletivo de peso de Big Bands de São Paulo integrado por nove bandas de sopro: Banda Urbana, Projeto Coisa Fina, Projeto Meretrio2 (a banda mais nova com 3 anos), Big da Santa, Reteté Big Band, Grupo Comboio, Soundscape, Heart Breakers (essa eu já ouvi, tem uma levada boa de música latina) e Banda Jazzco (a mais velha com 34 anos). Um bando de gente (imagina que cada uma dessas bandas tem no mínimo uns 10 integrantes) que resolveu se juntar para ter mais força diante o público, sabendo-se que o meio da música instrumental é difícil, sabe aquele velho ditado? A união faz a força! Toda essa idéia veio de uma viagem em janeiro do baixista Vinicius Pereira, integrante do Projeto Coisa Fina e criador do movimento, que conheceu em Carascas, Venezuela, a Movida Acústica Urbana, uma iniciativa de seis grupos que o motivaram pela sua popularidade.

As bandas de Elefantes, que já pretendem lançar um DVD, têm uma formação instrumental parecida em que usam saxofones, trompetes, trombones, baixo, trompetes, guitarra, piano e bateria, mas apesar disso cada uma têm repertórios próprios, com músicas autorais e interpretações de compositores brasileiros, latinos e de jazz, então não há concorrência entre eles, pois trabalham de maneira colaborativa, além disso, estão com mais shows sem longos períodos sem tocar. O mais interessante é que nos shows que estão acontecendo no Teatro da Vila (na Vila Madalena), com apresentações de duas bandas todas às segundas de agosto, terão o valor do ingresso à critério do público, que pode contribuir com que achar justo. Além do Teatro da Vila, às terças os shows acontecem no BarB (na República) com valor de ingresso bem acessível de 5 reais. Para saber a programação das bandas veja o site do Movimento Elefantes.

E se você tá afim de também saber um pouco mais sobre o jazz e sua história acessem o Ejazz e no allmusic (em inglês) dá para conhecer a história através dos discos e conhecer os variados tipos de jazz.

Ejazz Allmusic

Depois de tanto falar sobre jazz, não poderia terminar o post sem mostrar ao menos uma música, então deixo vocês com uma grande relação de vários vídeos de boas energias jazzistíscas: timbres fenomenais, melodias agradáveis, vozes incríveis, sopros encantadores, todos adjetivos grandiosos possíveis e claro acompanhados de grandes artistas clássicos e contemporâneos de todo tipo de jazz, e também, de alguns que tem o jazz como inflência no seu trabalho. Além de também separar um vídeo-documentário do célebre álbum Kind of Blue de Miles Davis, que esse ano completou 50 anos, e um vídeo com uma das músicas do álbum.

(mais…)

 

Música inspira arte! Arte inspira música! julho 29, 2009

Beck's Music Inspired Art ProjectPara mim, definitivamente,  é difícil criar sem ouvir música! Melhor ainda dizer que, definitivamente, é difícil viver sem música! E ainda, definitivamente, música é arte! Não há como não se inspirar pela música. Digo isso pois acredito que foi muito esperta, a marca alemã de cervejas Beck’s ao criar o projeto Music Inspired Art, em que a idéia é recriar capas dos 100 maiores discos das últimas 4 décadas, escolhidos a partir das listas de “Album of The Decade” pela Pitchfork.
Para começar eles chamaram 10 artistas (Rexbox, Hellovon, Guy McKinley, Kate Moross, McBess, Modern Toss, Si Scott, Will Broome, Kid Acne, Laura Jackaman), que fizeram cada um, sua versão para uma capa escolhida na lista dos 100 mais, onde estão nomes como: The Smiths, David Bowie, The Clash, U2, TV On The Radio, Jay Z, Interpol, Stevie Wonder, Sonic Youth, Sigur Ros, Beatles, Kanye West, M.I.A, Vampire Weekend, Björk e Radiohead (esses dois últimos foram agraciados com dois álbuns na lista!). Uma verdadeira boa e gostosa salada de música! Além disso, dá para ver alguns sketchs das artes desses artistas, é bem legal ver o processo de criação deles.

Como é uma campanha de colaboração, a marca criou um grupo no Flickr para que artistas do mundo todo pudesse escolher entre os 90 álbuns restantes para fazer sua versão! Rapidamente a lista ficou completa, agora é só esperar os artistas subirem suas artes no site! Para acompanhar os álbuns que já estão sendo feitos, acesse este link.

Achei muito interessante conhecer uma visão diferente para o mesmo álbum. Para ilustrar o quão surpreendente e diferente os álbuns vão se tornando nessas novas versões, separei aqui 3 discos dos artistas convidados, mostrando também a versão original:

Return To Cookie Mountain - Tv On The Radio

The Queen is Dead - The Smiths

Let It Be - Beatles

 

Meu projeto julho 23, 2009

Olá pessoal tudo bem? Depois do post-desabafo, tô bem melhor e com idéias de levantar esse blog novamente! Mas na verdade, hoje tô aqui mesmo pra fazer um jabazinho básico! Venho falando no blog do Jogo da Cidadania e do meu projeto que estava fazendo. Correria pra caramba pra entregar tudo certo e na hora, é tanta coisa que uma hora você acaba achando que nunca vai acabar e se desespera, esquece festa no fds por um tempo e põe a cabeça pra trabalhar! Experiências mil, insubistituíveis e inexplicáveis, aliás recomendo muito participar desse projeto, te dá um olhar novo pras coisas!

Bom mas enfim, indo ao que interessa hehehe, tá aberta a votação para o público em geral e isso vale 10% da nota geral! Vai ser muito legal quem puder dar essa força, é só dar a nota de acordo com o que acha colocando de 1 a 5 estrelas. Lá no site você vai encontrar nossa apresentação do projeto, um vídeo e um aúdio de exemplo que tivemos para a criação. Foram feitas outras peças também, mas como não eram obrigatórias não foram para o site, mas mais tarde eu adiciono aqui! Ah aproveitem e vejam a apresentação da nossa agência:

Agência Seed

Desde abril de 2009, a Seed tem como iniciativa “semear” boas idéias e práticas por intermédio das ferramentas da comunicação. Como agência enxuta, trabalhamos por projetos e semeamos a multidisciplinaridade em busca de soluções ousadas e inovadoras aos nossos clientes. Dentre as áreas e serviços podemos destacar consultoria, gestão, conteúdo e comunicação.

Integrantes:
Bruna Brasetti
Laura Fostinone
Yvone Delpoio

Então é isso aí, acessem aqui e votem, please!

Logo mais virão posts mais inspiradores!!

 

do coração julho 15, 2009

Olá galere, desculpem minhas ausências por aqui! Estava totalmente sem tempo, além de colocar todas minhas energias físicas e pscicológicas em trabalho-faculdade-projeto, estava exaustivamente cansada emocionalmente. Mesmo com tudo de muito fascinante acontecendo ao meu redor, eu não estava motivada para me alegrar com tudo isso.

Muitas idéias minhas e de fora passaram por minha cabeça e olhos nesses últimos tempos, coisas bacanas e sim muito inspiradoras, mas ao invés de eu ficar motivada e mais feliz com tudo isso, me sentia cada vez mais mal por não poder fazer nada além.

Até que eu decidi pôr um fim em minhas tristezas e angústias, seguir em frente enfim! Estou conseguindo mais do que esperava, felizmente estou mais motivada e, principalmente, a arte me ajuda ao me inspirar a continuar esse processo de amadurecimento, e claro, os meus amigos me ajudam muito a superar pelo que não vale ficar se lamentando.

E apesar de querer seguir em frente, uma parte sempre acaba ficando para trás no passado e coloca no futuro uma esperança que não existe. Eu ainda tinha essa esperança que talvez as coisas poderiam voltar a ser como antes, até melhor mas com aquela mesma pessoa “especial”.

Só que o tempo (mesmo tarde) acaba por mostrar a realidade das coisas e pessoas. O tempo mostra que o que importa é o hoje (e talvez também amanhã!). O que foi ontem, já está perdido, não dá para mudar os ponteiros do relógio e achar que pronto, voltamos ao tempo. O importante é hoje fazer o melhor de mim e escolher o melhor para mim (o que eu acho melhor para mim nesse momento) para que amanhã seja melhor para mim.

live

Eu sempre lembro daquele velha frase que diz algo assim: acima de tudo se ame, pois se você não se ama, como os outros poderão amar você? E não deixe ninguém acima de você próprio! Lembro agora de um texto de Charles Chaplin que acho muito bom para esse dias de baixa estima, que é sempre bom ler, se necessário todo dia!

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome: Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é: Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de: Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é: Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é: SABER VIVER

Bom para terminar esse post-desabafo deixo para vocês dois blogs muito fofos sobre amor: o Luvluvluv que é um coletivo onde diversas pessoas postam vídeos, imagens, músicas, pensamentos, crônicas e estórias sobre amor, e ainda, o Love and Other Disasters (amor e outros disastres) que apesar do nome, apresenta fotos e frases de que o amor é lindo.

E são todas essas coisas e mais um pouco que me inspiram a cada dia, fazendo me lembrar que ainda posso seguir em frente e encontrar sim, o amor!