Pensamento Inspirador do Dia #21

“When I’m by myself arranging a song, I’m running around naked, I’m eating crazy food, I’m yelling, I’m dancing. I change things, I try crazy things and silly things and serious things, and things I probably wouldn’t feel comfortable trying in front of a bunch of people. I just love recording and writing, so I’m always doing that.

Alexander Ebert, músico.
O incrível cantor da banda Edward Sharpe & The Magnetic Zeros e que recentemente lançou um disco solo.

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*O “Pensamento Inspirador do Dia” é uma seção do blog que traz um pensamento para inspirar o dia. Pode ser de um filósofo, matemático, poeta, a tia do elevador, alguém no ônibus, um amigo, enfim. Nada muito sério. Pode ser cómico, pode ser fofo ou rude. Pode ser um sermão de mãe ou um conselho de padre. Se quiser participar também, podem mandar sua sugestão aqui.

Pensamento Inspirador do Dia #14

“It dosn’t matter which God you pray to, the melody is always comming from the heart.

Introdução da música Min Kalbi do grupo israelense Yemen Blues

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Pensamento Inspirador do Dia #10

“Se não for possível, a gente inventa.

Trecho da letra Pose do Engenheiros do Hawaii

Inspiração via Déborah Monaco

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Pensamento Inspirador do Dia #6

“Todos nós a brilhar, a brilhar. Somos seis bilhões de faróis a girar, a girar. Tal como luas e sóis a brilhar, a brilhar…

Trecho da música Show de Estrelas do Marcelo Jeneci

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Vou de Táxi… Preto!

“One Song. One Take. One Cab.” Esse é o lema do Black Cab Sessions, criado pelos produtores Jono Stevens e Chris Pattinson. A ideia é simples: pegar um táxi preto, jogar uma banda ou um artista lá, dar uma volta e, enquanto isso, gravar uma … Continuar lendo

Overdose de jazz

jazz

Acho engraçado a história do jazz, “engraçado” não sei bem se é a palavra que estou procurando, mas parece uma comédia da vida,  porque antigamente, quando tudo começou, o jazz era visto como “música de preto”, coisa de pobre, música popular, do povão. Quem gostava eram pessoas sem cultura, que não iam a concertos de óperas, não sabiam o que era música refinada e não tinham idéia do que era música de verdade – isso era o que a alta classe social achava do jazz, seus músicos, apreciadores e todos demais envolvidos.

Então eu páro para pensar e hoje em dia se você ouve jazz, as pessoas provavelmente irão dizer que você é rico, tem cultura (ou tem fácil acesso a ela), sabe apreciar boa música, curte uma música mais refinada, sabe que é música de verdade e até podem dizer que você é uma pessoa culta.

Não é engraçado como o jazz se tornou algo tão grandioso? Eu acho maravilhoso dizer que hoje em dia o jazz é música fina. E claro, que discordo do pensamento arcaico daquelas pessoas de elite que achavam que isso não é música, que os músicos eram macacos tentando aprender um instrumento! Imagino o que essas pessoas pensariam agora…

Eu confesso que sou uma grande apreciadora do jazz, aliás de muitos tipos de jazz, pois como todo ritmo musical, há os mais românticos, os mais dançantes e os mais tristes, então acho que há jazz para toda hora. Presente do meu pai – por causa dele ouço desde sempre! E mesmo assim acho que conheço pouco. A cada dia vou conhecendo um pouco mais desse universo de improvisação e criatividade.

Ao clicar em um instrumento você descobre os artistas de jazz que o tocam

Ao clicar em um instrumento você descobre os artistas de jazz que o tocam

Saiu na semana passada no caderno de informática da Folha, um site de um club de jazz muito bacana, em que você pode conhecer vários grupos e ouvir sets de jazz com direito a uma, duas ou até mais horas de música sem interrupção, já que se ouve as gravações dos shows tocados ao vivo nesse club nova iorquino. O jeito de se fazer isso é bem interessante, há vários instrumentos desenhados que ao passar o mouse, você descobre (ou aprende) o nome daquele instrumento (em inglês) e quando clica nele, aparece uma lista de artistas de jazz que tocam esse instrumento. A lista é grande e ao clicar em um deles, você é levado a biografia do artista e onde se pode ouvir o set musical.

Li no site um pouco sobre o club, que chama Smalls Jazz Club, e dá para perceber que a idéia é de ser um club mais intimista, pequeno e que não custa muito para entrar (20 dólares), além de os shows começarem cedo, à tarde, e terminarem no começo da madrugada (no esquema after hours). O club foi criado em 1993 por uma enfermeira formada, um empresário e o filho de um dono de uma galeria. Além disso, uma curiosidade é que após o atentado de 11 de setembro, ele teve que ser fechado, e só voltou com força total em 2007. Um dos nomes conhecidos que já passaram por lá é  a Norah Jones. E uma coisa bem legal é que no site dá para ver o está acontecendo ao vivo! Tive a sorte de ver o começo de um show e achei muito bom!

Um programa que eu gosto muito de ouvir na Rádio Eldorado, é o Sala dos Professores, com o Daniel Daibem, os 20 minutinhos são bem explorados pelo professor, sempre com músicas que formam sessões muito boas. Acho bem legal o jeito que o Daniel conduz o programa, nos levando a prestar mais atenção na música sem precisar ser um grande conhecedor. No prograama rola além de muito jazz, também música brasileira num clima muito interessante. Se quiser ouvir, sintoniza aí na 92,9 (em São Paulo) todo dia às 19h00 ou ouça o programa pela internet através do site Território Eldorado. Outro programa que rola na Eldorado muito bom é o dos mestres Paulo Mai e Márcio Tabahc do Jazz Masters, que também dá para ouvir todos os programas no site. Aliás gosto muito da Rádio Eldorado, pois sempre rola música muito boas, incluisve no Território Eldorado mesmo tem muita coisa bacana também, vale explorar!

E a overdose continua… BourbonComeça amanhã, 15 de agosto, o que eu acredito ser um dos melhores eventos de jazz de São Paulo: O Bourbon Street Fest! Que além de trazer os melhores músicos e big bands de jazz, também nos traz todo o espírito e energia de New Orleans, uma das cidades americanas em que o jazz surgiu e explodiu, tendo como inspiração de lá o grandioso evento Jazz & Heritage Fetsival. O festival foi criado pelo conhecido clube de jazz paulistano, Bourbon Street Music Club (que inclusive hospeda de vez em quando o programa Sala dos Professores, que eu disse anteriormente, com shows em edições especiais) e teve sua primeira edição em 2003, quando o clube completou 10 anos, deu tão certo que eles foram repetindo a dose até chegar agora na sua 7ª edição.

Serão ao todo 16 shows que não se limitam apenas ao espaço do clube ao apresentar shows durante a semana com preços variávis, mas se expande para a rua, ao ar livre e de graça. Primeiro no Parque do Ibirapuera, abrindo o festival no sábado, onde irá rolar uma tarde e um começo da noite muito agradável e depois, fechando o último dia do festival, domingo 23 de agosto, em uma grande festa na Rua dos Chanés em Moema, a própria rua em que o clube se localiza. Tente ir ao menos um dia ao festival para apreciar essa preciosa música e não vale dizer que não tem grana, a proposta é que todos, independente de quem seja, possam ouvir um bom som!

Movimento ElefantesE ainda nesse mês de agosto haverão vários shows do Movimento Elefantes, um projeto que conheci recentemennte pela minha amiga Maíra, que sempre está comentando aqui. O Elefantes é um coletivo de peso de Big Bands de São Paulo integrado por nove bandas de sopro: Banda Urbana, Projeto Coisa Fina, Projeto Meretrio2 (a banda mais nova com 3 anos), Big da Santa, Reteté Big Band, Grupo Comboio, Soundscape, Heart Breakers (essa eu já ouvi, tem uma levada boa de música latina) e Banda Jazzco (a mais velha com 34 anos). Um bando de gente (imagina que cada uma dessas bandas tem no mínimo uns 10 integrantes) que resolveu se juntar para ter mais força diante o público, sabendo-se que o meio da música instrumental é difícil, sabe aquele velho ditado? A união faz a força! Toda essa idéia veio de uma viagem em janeiro do baixista Vinicius Pereira, integrante do Projeto Coisa Fina e criador do movimento, que conheceu em Carascas, Venezuela, a Movida Acústica Urbana, uma iniciativa de seis grupos que o motivaram pela sua popularidade.

As bandas de Elefantes, que já pretendem lançar um DVD, têm uma formação instrumental parecida em que usam saxofones, trompetes, trombones, baixo, trompetes, guitarra, piano e bateria, mas apesar disso cada uma têm repertórios próprios, com músicas autorais e interpretações de compositores brasileiros, latinos e de jazz, então não há concorrência entre eles, pois trabalham de maneira colaborativa, além disso, estão com mais shows sem longos períodos sem tocar. O mais interessante é que nos shows que estão acontecendo no Teatro da Vila (na Vila Madalena), com apresentações de duas bandas todas às segundas de agosto, terão o valor do ingresso à critério do público, que pode contribuir com que achar justo. Além do Teatro da Vila, às terças os shows acontecem no BarB (na República) com valor de ingresso bem acessível de 5 reais. Para saber a programação das bandas veja o site do Movimento Elefantes.

E se você tá afim de também saber um pouco mais sobre o jazz e sua história acessem o Ejazz e no allmusic (em inglês) dá para conhecer a história através dos discos e conhecer os variados tipos de jazz.

Ejazz Allmusic

Depois de tanto falar sobre jazz, não poderia terminar o post sem mostrar ao menos uma música, então deixo vocês com uma grande relação de vários vídeos de boas energias jazzistíscas: timbres fenomenais, melodias agradáveis, vozes incríveis, sopros encantadores, todos adjetivos grandiosos possíveis e claro acompanhados de grandes artistas clássicos e contemporâneos de todo tipo de jazz, e também, de alguns que tem o jazz como inflência no seu trabalho. Além de também separar um vídeo-documentário do célebre álbum Kind of Blue de Miles Davis, que esse ano completou 50 anos, e um vídeo com uma das músicas do álbum.

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Música inspira arte! Arte inspira música!

Beck's Music Inspired Art Project

Para mim, definitivamente,  é difícil criar sem ouvir música! Melhor ainda dizer que, definitivamente, é difícil viver sem música! E ainda, definitivamente, música é arte! Não há como não se inspirar pela música. Digo isso pois acredito que foi muito esperta, a marca alemã de cervejas Beck’s ao criar o projeto Music Inspired Art, em que a idéia é recriar capas dos 100 maiores discos das últimas 4 décadas, escolhidos a partir das listas de “Album of The Decade” pela Pitchfork.

Para começar eles chamaram 10 artistas (Rexbox, Hellovon, Guy McKinley, Kate Moross, McBess, Modern Toss, Si Scott, Will Broome, Kid Acne, Laura Jackaman), que fizeram cada um, sua versão para uma capa escolhida na lista dos 100 mais, onde estão nomes como: The Smiths, David Bowie, The Clash, U2, TV On The Radio, Jay Z, Interpol, Stevie Wonder, Sonic Youth, Sigur Ros, Beatles, Kanye West, M.I.A, Vampire Weekend, Björk e Radiohead (esses dois últimos foram agraciados com dois álbuns na lista!). Uma verdadeira boa e gostosa salada de música! Além disso, dá para ver alguns sketchs das artes desses artistas, é bem legal ver o processo de criação deles.

Como é uma campanha de colaboração, a marca criou um grupo no Flickr para que artistas do mundo todo pudesse escolher entre os 90 álbuns restantes para fazer sua versão! Rapidamente a lista ficou completa, agora é só esperar os artistas subirem suas artes no site! Para acompanhar os álbuns que já estão sendo feitos, acesse este link.

Achei muito interessante conhecer uma visão diferente para o mesmo álbum. Para ilustrar o quão surpreendente e diferente os álbuns vão se tornando nessas novas versões, separei aqui 3 discos dos artistas convidados, mostrando também a versão original:

Return To Cookie Mountain - Tv On The Radio

The Queen is Dead - The Smiths

Let It Be - Beatles

Som 3D em simples fones de ouvido

Ultimamente está um pouco difícil para atualizar o blog, estou com vários trabalhos da facul, projeto do Jogo da Cidadania, o emprego novo… Tudo está tomando meu tempo e energia e infelizmente não estou conseguindo postar como eu gostaria tudo que eu vejo de interessante por aí. Mas a questão é continuar e não deixar o idéia morrer!

headphones

Bom, essa idéia aqui achei bem interessante e apesar de não ser uma coisa nova (achei arquivos de alguns blogs comentando sobre isso em 2007), foi indicação de um amigo meu sobre algo que acredito não ter tanta divulgação, mas é bem incrível! Trata-se de um som, digamos, 3D. Parece o som de um home teather, mas o impressionate é que você tem a sensação de algo real acontecendo num simples par de fones de ouvido!

O nome verdadeiro dessa técnica é Binaural Recording (ou algo como “gravação bináurea”) que é feita com uma gravação usando dois microfones. Funciona assim: cada microfone simula um ouvido nosso e eles ficam afastados cerca de 18 centímetros um do outro. Esse espaço entre eles representa a zona neutra que fica no nosso cérebro para poder captar o som de forma mais real. Há ainda, um processo mais profissional que inclui microfones de alta sensibilidade num molde de um cérebro humano.

O que acontece é um cálculo da distância e posição do som que o cérebro faz naturalmente distiguindo as variações de força, tom e equalização. Ele é enganado a acreditar que o que estamos ouvindo está se posicionando de maneiras diferentes.

musi

Na verdade esse esquema de gravação já é velho. Sabe-se que o esquema de gravação bináurea foi inventado em 1881 e só veio popularizar-se 40 anos depois, na década de 20. Encontrei no blog Submusica, o seguinte: “Naquela época, uma rádio de Connecticut (EUA) chegou a transmitir concertos usando este padrão de som. Porém, como naquela época não havia transmissão de rádio em estéreo, ela transmitia o canal esquerdo em uma estação, e o direito em outra. Era necessário que o ouvinte tivesse dois aparelhos de rádio, algo caríssimo naquela época.” Imaginem, é até engraçado pensar em ouvir a mesma rádio usando dois aparelhos!

Recentemente, esse esquema de gravação de som tem sido usado em filmes, como por exemplo, Guerra nas Estrelas! Não consegui encontrar outros exemplos, mas gostaria de saber quais filmes mais usam a gravação bináurea!

O mais legal é que esse “efeito” só se consegue ao ouvir o som com fones de ouvido, e é realmente muito “real”. Vejam só o exemplo do “Luigi’s Virtual Haircut” abaixo, um áudio experimental em inglês concebido na técnica de gravação bináurea sobre um barbeiro bem excêntrico. Depois me digam o que vocês acharam!!


 barbershop

Música de Bolso

Música de Bolso

Não, não é um novo Ipod ou uma música de consumo rápido! O Música de Bolso é um projeto audiovisual que tem como principais ingredientes a boa música, a simplificação de um vídeo musical e a descontração! Tudo acontece de forma tão natural que os artistas convidados parecem que estão fazendo uma musiquinha em casa com os amigos, então não tem nada daquela coisa de clipe da MTV!

Sem contar que a maioria dos músicos que aparecem por lá são boas revelações musicais como China, Super CordasMóveis Coloniais de Acaju, Samba de RainhaDo Amor, Andréia Dias, Tulipa RuizTiê, Los Porongas, Pélico e mais um monte de gente bacana. Particularmente para mim é uma alegria cada descoberta (ou redescoberta) semanal, já que a cada semana saí um volume novo (já está na edição 76) com 2 vídeos do artista (chamados de lado A e lado B) e até um histórico, que você pode receber via newsletter. Mas claro que já houveram também gravações com grandes músicos já conhecidos nacionalmente como Arnaldo Antunes, Zélia Duncan, Mart’nália e Pato Fu (a primeira banda a se apresentar no projeto). As locações são os cenários mais espontâneos possíveis, desde estacionamento de carros, loja de brinquedos, sex shop, elevador, banheiro e mais N lugares inusitados.

O Música de Bolso tem um site próprio onde se encontra todo o material audiovisual com todos os volumes, mas ele se expande na rede de forma interativa por meio de blog, podcast, sites de relacionamento como Orkut, Facebook, Twitter e MySpace, portais de exibição de vídeo como YouTube e blip.tv e “tudo o mais que possa ser visível e interativo”.  Muito legal para quem, como eu, acompanhou o projeto do começo e viu como ele deu certo e cresceu!

Nesse projeto estão envolvidos uma série de profissionais, desde da produtora Ioiô Filmes, o Estúdio Camisa10 e mais o pessoal Daniel Ribeiro, Marcus Preto, Rafael Gomes, Tati Fujimori e os técnicos de som Geraldo Ribeiro e Fernando Duca.

Difícil escolher qual programa para colocar aqui, então escolhi 3 hehehe! O primeiro não é nada menos que o primeiro vídeo do projeto, o lado A do primeiro volume com o Pato Fu e a música Mamã Papá, gravado numa loja de brinquedos (tudo a ver com a música!). O segundo é do último volume do projeto, também lado A, do projeto pernambucano Júlia Says com a música Barulhos gravado em meio aos pelados na concentração do evento Pedalada Pelada na Paulista (uma coisa doida mesmo!!). E o último vídeo, mas não menos importante e que acho muito engraçadinho é a gravação da música Não Tenho Par, o lado B do volume 50 com a Bruna Caram e participação de Pedro Manesco e Gustavo Simões da Trupe Chá de Boldo, e ainda, do irmãozinho (fofo) dela, numa loja de fantasias em que ela se vestiu de Chiquinha, ficou ótimo aliás!

Olha só como a descontração rola solta:

[blip.tv ?posts_id=1974233&dest=-1]

[blip.tv ?posts_id=1089068&dest=-1]

Cornelius: Música Experimental

Comecei ouvindo esse cara meio por acaso por causa do Last.fm. Tava ouvindo uma dupla japonesa de meninas chamada Cibo Matto (outro dia monto um post sobre elas) e daí delas cheguei ao Cornelius. A música  dele é bem diferente da delas, mas como ele é japônes também, então estava entre as recomendações.

Cornelius

Keigo Oyamada aka Cornelius

Aliás a música dele é beeem diferente de muita coisa que já vi, cada uma é uma viagem inexplicável, algumas mais relaxantes e outras mais intensas, não tem muito como explicar o gênero que ele toca, só que é meio experimental e em algumas músicas, eletrônico.
Eu curto muito música experimental, porque você vai conhecendo as músicas aos poucos, não é uma coisa prevista e é muito diferente do normal.

Álbum Sensuous

Álbum Sensuous

O nome dele mesmo é Keigo Oyamada, que além de músico é produtor musical. Nascido em Tokio, começou na música em um duo japonês (o Flipper’s Guittar) e em 1991 saiu para carreira solo se tornando Cornelius. Eu acho que o melhor álbum dele é o Sensuous de 2006, o último que ele produziu. Não ouvi muitas músicas dos anteriores, mas esse álbum é o que eu tenho mais ouvido e gostado.

Os vídeos também são fodas, cada um mais louco que o outro, a maioria dos clipes do Sensuous foi dirigido por Koichiro Tsujikawa. Abaixo estão alguns que eu gosto, mas tem outros muito bons também, vale a pena assistir a todos! Aliás foi meio um sacrifício escolher quais colocar aqui hehehe…